Se você acredita que ter uma holding é simplesmente colocar seus bens em nome de uma empresa com CNPJ, cuidado.
Essa visão superficial pode te custar caro — e não proteger nada.
Os principais erros cometidos:
1. Pagar ITBI à toa
Ao transferir imóveis sem planejamento, você pode ser obrigado a pagar o ITBI — um imposto que pode ser evitado com a estratégia certa.
2. Achar que evita inventário automaticamente
Ter os bens na empresa não é suficiente.
Sem uma estrutura contratual específica, os bens ainda precisarão passar por inventário.
3. Falsa proteção patrimonial
Se o seu objetivo é blindar o que construiu, saiba que só colocar os bens na empresa não é o bastante.
A proteção exige cláusulas específicas, gestão adequada e separação real entre CPF e CNPJ.
Conclusão
A holding não é uma “empresa genérica”.
É um sistema jurídico, contábil e sucessório, feito sob medida para cada caso.
Fazer por conta própria pode parecer mais barato.
Mas no fim, pode custar o dobro — e expor tudo o que você quer proteger.
Mais do que abrir empresas, nossa missão é montar sistemas sólidos que funcionam no longo prazo para você, sua empresa e sua família.
Eder Miranda é contador, empresário, com mais de 16 anos de experiência na área. Especialista em Planejamento Tributário, Planejamento Sucessório e Holding Familiar.
