Se você é contador ou advogado, pode até acreditar que consegue abrir a sua própria holding sem ajuda externa. Mas atenção: isso é um erro comum que pode custar caro no futuro.
A estruturação de uma Holding Familiar envolve muito mais do que abrir um CNPJ e redigir um contrato social. Existem regras jurídicas, fiscais e contábeis específicas que, se ignoradas, podem gerar prejuízos, desconsideração da personalidade jurídica e até problemas com a Receita Federal.
Vamos usar um exemplo fácil de visualizar:
Imagine precisar de uma cirurgia ortopédica e decidir ir a um cirurgião cardíaco. Ambos são médicos, sim — mas o resultado seria no mínimo arriscado, certo? O mesmo se aplica aqui.
Muitos profissionais da contabilidade e do direito são extremamente competentes em suas áreas. No entanto, a estruturação de holdings exige especialização em planejamento sucessório, tributário e proteção patrimonial. É um campo técnico e estratégico, que precisa de alguém que respire esse tema todos os dias.
Além disso, um especialista sabe como antecipar possíveis riscos, adaptar o modelo de holding ao seu perfil familiar e empresarial e garantir que tudo esteja blindado juridicamente.
Se o objetivo é evitar erros, reduzir riscos e proteger seu patrimônio da forma correta, a resposta é clara: conte com um especialista em Holding Familiar.
Eder Miranda é contador, empresário, com mais de 16 anos de experiência na área. Especialista em Planejamento tributário, Planejamento Sucessório e Holding Familiar.